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Quer Ser um Empresário de Sucesso? Cuide bem do Dinheiro da Empresa

No decorrer da vida, decisões erradas, escolhas equivocadas e falta de informações adequadas são algumas das causas que costumam levar a pique muitas tentativas de empreender. Infelizmente, sonhos e esperanças acalentadas há muito tempo acabam afundando diante desta situação.

No oceano imenso de oportunidades de crescimento e lançamentos de novos empreendimentos, a contabilidade torna-se uma área essencial para garantir o sucesso, seja qual for o ramo de atuação e/ou tamanho da empresa.

A contabilidade é como um farol que sinaliza ao potencial empresário de sucesso a melhor rota para a terra firme dos negócios e a realização de seus sonhos enquanto empreendedores e agentes de transformação. Cuidar bem do dinheiro da empresa é tão importante quanto ter um produto/solução fantástico.

Muitos empreendedores afirmam que sabiam da existência de tantos desafios há muito tempo, mas pouco fazem para enfrentá-los ou, o que seria ainda melhor, compreendê-los e trabalhá-los com o auxílio de ferramentas e profissionais adequados.

O empresário de sucesso aceita uma eventual derrota ou fracasso porque toma consciência de sua escolha errada por ignorar análises dos números de entradas e/ou saídas de recursos financeiros, demonstrados em balancetes e outros instrumentos que a contabilidade fornece aos seus navegadores.

Mais do que isso, o empresário de sucesso precisa ter humildade para admitir que não estudou atentamente o ambiente de atuação, não fez reservas financeiras adequadas e não elaborou planejamento de cenários A, B, C ou D para os seus negócios. A contabilidade deixada de lado é um aprendizado enorme na rotina dos negócios.

Por ser tão sério este comportamento, que leva a bancarrota tantas empresas, seja qual for o seu porte ou ramo de atuação, posso dizer que os sinais que os nossos negócios nos apresentam, expressos em números, são como a febre para o sistema de saúde do nosso organismo.

A febre é um efeito e não a causa, e nos indica que algo não está bem. Este sintoma nos dá a oportunidade de tomarmos providências e resolvermos a situação. Para isso, ele precisa ser percebido, atendido e corrigido a tempo. Do contrário, provocará doenças e efeitos colaterais mais graves. Com a contabilidade, acontece a mesma coisa.

Vantagens da contabilidade para o empresário de sucesso

Tudo começa com um bom plano de negócios, definido com clareza e precisão – indo do sonho até a realidade. É necessário detalhar cada área e etapa para fazer acontecer o sucesso de seu empreendimento, com o objetivo de enxergar o negócio no curto, médio e longo prazos. Existem diversas ferramentas e profissionais que podem ajudar nesta jornada: o método Canvas e o Planeja Fácil do SEBRAE são dois modelos muitos eficientes, por exemplo.

A análise do fluxo de caixa de uma empresa pode indicar, com um ano de antecedência, o mês no qual haverá sobra de dinheiro para ser investido em projetos de melhoria, ou ainda indicar um determinado mês no qual o recurso financeiro não será suficiente. Ou seja, com dados sobre o seu negócio em mãos, o empreendedor toma as providências necessárias para eliminar déficits e/ou incrementar seus planos.

Um balancete contábil mensal pode mostrar, claramente, se seus objetivos de curto prazo estão sendo atingidos. E, mais do que isso, indica se as metas para médio e longo prazo estão sendo bem conduzidas ou se precisam de ajustes para seu cumprimento.
Um planejamento financeiro, um orçamento, é fundamental para que se possa fazer um acompanhamento mensal do previsto e do realizado. Para onde o dinheiro da empresa está indo? Com o que está sendo gasto? Por quê? Essa é uma boa maneira de verificar se o negócio está mesmo indo na direção desejada.

Outro ponto essencial é o de valorizar a força dos colaboradores, conhecidos como integrantes da área de recursos humanos. Mas, em verdade, eles não são apenas um ativo da empresa; são pessoas que têm sonhos e objetivos para suas vidas e escolheram compartilhá-los como integrantes de sua equipe.

Cuidar bem das finanças da empresa significa também reconhecer melhor quem trabalha com você e busca satisfazer os clientes. A contabilidade permite que a gestão financeira do negócio se transforme em um ambiente de trabalho melhor e, consequentemente, em mais sucesso perante os clientes.

Para encerrar, desejo que esta reflexão abra sua mente para a importância da contabilidade para o sucesso nos negócios. Que você passe a encarar a contabilidade como um farol para seus empreendimentos e não somente para “dar a César o que é de César”. Contabilidade não é apenas trabalhar para o Fisco, mas principalmente para você e seu negócio.

Fonte: Dinheirama

5 conceitos de finanças para aprender ANTES de abrir uma empresa

Para qualquer empresa ou franquia crescer de forma sustentável, antes mesmo de se pensar em novos investimentos ou na ampliação dos negócios é preciso se ter em mente o solo onde os novos frutos serão plantados. Claro que ideias originais e estratégias administrativas e mercadológicas são fundamentais para o crescimento, mas nada disso será possível sem um rígido controle das finanças e da contabilidade da empresa.

Entre as principais causas apontadas para as empresas fecharem suas portas com menos de três anos de atividade estão a falta de planejamento e o descontrole da gestão. Para te ajudar, separamos alguns conceitos básicos de finanças que não podem ser deixados de lado na gestão do seu empreendimento.

Um importante passo: O Capital Inicial

Esse é o momento para começar o empreendimento com o pé direito; entretanto, por planejarem mal essa etapa, muitas empresas se sentenciam a dívidas muito antes da inauguração. O cálculo do capital inicial, isto é, o investimento inicial do negócio, deve levar em conta um estudo conservador do mercado que será explorado, bem como os recursos essenciais para dar inicio às atividades.

São calculados desde itens do ativo, como mercadorias, máquinas e instalações, até despesas iniciais, como o marketing de inauguração. Muitos especialistas recomendam também a constituição de reservas de contingência para subsidiar possíveis despesas futuras (como o pagamento do FGTS de funcionários no caso de demissão pela empresa), bem como a formação de um capital de giro.


Controle rígido: Os Fluxos de Caixa

Ter o controle dos Fluxos de Caixa é uma medida fundamental para todo empreendedor. É através desse mecanismo que se torna possível a mensuração das entradas e saídas de recursos financeiros em um determinado período e, desta forma, saber se a empresa tem condições para cumprir ou assumir obrigações (empréstimos ou parcelamentos feitos com fornecedores), verificar se há recursos para novos investimentos, calcular a parcela de mercadorias que poderão ser adquiridas a vista, as disponibilidades para pagar despesas fixas (ex: aluguel, salários e limpeza), dentre outras utilidades.

Os Custos Fixos e Variáveis

Os Custos Variáveis são todos aqueles que tem seu valor atrelado ao nível de produção, isto é, quanto mais se produz, mais são gerados. É o caso de um lojista que oferece comissão para seus funcionários, por exemplo. Quanto mais venderem, mais alta será a comissão. Já os Custos Fixos são aqueles que independem do volume de produção da empresa. Eles vão ocorrer mesmo se não houver produtividade. Abrangem, por exemplo, salários, aluguel, limpeza, dentre outros.

É importante identificar esses dois tipos de custos para definir, por exemplo, qual deve ser o valor cobrado pelo seu produto e quais custos são indispensáveis para dar continuidade ao seu negócio.


Margem de Contribuição (MC), um cálculo fundamental

Saber calcular a Margem de Contribuição (MC) é essencial para descobrir o lucro bruto das vendas. É a diferença entre a receita gerada pelo empreendedor e o Custo Variável de produção. Por exemplo, se João tem uma receita mensal de 400 reais com a venda de cachorros-quentes, mas gasta 150 reais para produzi-los, a Margem de Contribuição será de 250 reais. Descobrir esse valor é essencial para definirmos o Ponto de Equilíbrio da nossa empresa, conforme veremos a seguir.

A superação do Ponto de Equilíbrio (PE)

O Ponto de Equilíbrio (PE) é o volume de vendas que o empreendedor precisa fazer para pagar todas as suas contas fixas em um determinado período. Por exemplo, se meus custos fixos (salários, aluguel, etc.) somam 1.000 reais mensais e cada venda feita gerar uma Margem de Contribuição de 10 reais, precisarei vender 100 itens no mês para atingir o Ponto de Equilíbrio. Com esse valor em mente, o empreendedor pode definir metas de vendas e, se for o caso, até aumentar o preço dos seus produtos.

3 tipos de franquias para pequenos empreendedores

Muitas pessoas que têm o desejo de ter a sua própria empresa esbarram em dois pontos: o primeiro é a dúvida sobre que tipo de negócio abrir e o segundo é sobre a questão financeira. Quanto é necessário investir, como, em quê? Se este é o seu caso, optar por ter uma microfranquia pode ser um ótimo caminho! As vantagens de ter uma microfranquia são muitas, pois além de exigir um investimento viável para empreendedores que não contam com muito capital disponível, ela detém o apoio de uma marca já consolidada no mercado.

Confira agora em nosso post algumas franquias sob medida para pequenos empresários!

1ª)Opções que exigem conhecimentos especializados

Professores, programadores e até mesmo personal trainers. Para se tornar um empresário e feliz proprietário de uma franquia não é preciso deixar para trás as habilidades e especializações adquiridas ao longo de uma carreira. Uma das microfranquias mais em conta do mercado, a Test Trainer, é voltada para personal trainers certificados que desejam se associar a uma marca já ativa no mercado. O investimento para ser um personal bronze, por exemplo, é de apenas R$ 3,9 mil (taxa de franquia). Neste modelo não há a necessidade de ter um ponto comercial.

Site: http://www.testtrainer.com.br/

2ª)Serviços com alta demanda no mercado

Apostar em uma microfranquia que vende um produto ou serviço que está em alta no mercado é uma forma de conquistar a independência financeira sem correr riscos e por um preço que você realmente pode pagar.  

Neste sentido, uma opção interessante seria a San Martin Seguros, que aderiu ao modelo de franchising ao perceber a alta demanda pelo produto: seguros de praticamente todos os tipos. Para se tornar um franqueado da marca não é necessário experiência. O investimento total no empreendimento é de R$ 15,8 mil e o franqueado da marca ganha comissão por cada venda feita e, claro, repassa parte deste valor para a franqueadora.  

Site: http://www.sanmartinseguros.com.br/

3ª)Franquias já consolidadas

Por mais que seja uma característica do modelo de franquia oferecer para o franqueado uma marca forte por trás, existem algumas franqueadoras que, por já estarem há mais tempo no mercado, oferecem uma segurança extra.

Um exemplo destas empresas é o Kumon, que há anos atua na área de educação. Com mais de 1,5 mil unidades no mercado, a franquia oferece aulas de português, matemática, inglês e japonês. O investimento inicial em uma unidade da rede é de aproximadamente R$ 40,8 mil.

Por mais que investir em uma microfranquia seja a garantia de ter uma marca consolidada por trás — além de todo o processo de padronização que facilita o trabalho do empreendedor —, é necessário que o empresário tenha total controle sobre a gestão do seu negócio.

Site: http://www.kumon.com.br/

6 despesas que devem ser consideradas no investimento inicial

Continuando nossa série de dicas. Veja algumas das despesas que muitas empresas não citam como investimento inicial no momento da abertura.

As despesas pré-operacionais são as despesas básicas para a implantação e a organização de determinada empresa que está prestes a abrir suas portas. Como sabemos, antes de iniciar suas atividades, a empresa precisa cumprir muitas obrigações legais que a deixarão apta para oferecer seus produtos e serviços. Além disso, toda a logística já deve estar montada e preparada para as demandas do público que está prestes a chegar. Quer saber quais são as despesas pré-operacionas e como fazer o cálculo? Confira o nosso post de hoje!

1ª)Contrato social e CNPJ

O contrato social é o primeiro passo para a abertura de uma empresa, pois funciona como sua certidão de nascimento, o documento que atesta sua existência e registra qual o objetivo e o ramo da empresa, além das questões societárias e do capital social.

O CNPJ é a sigla para o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, o CPF das empresas. Esses dois registros são essenciais e obrigatórios e podem ser solicitados na Junta Comercial de seu município. O valor para esses registros é de em média R$300,00.

2ª)Gestão financeira

Não é possível começar nenhum negócio sem uma gestão financeira organizada e pronta para começar a fazer os cálculos das contas a pagar e a receber. Sistemas automatizados e intuitivos são a melhor opção para quem está começando. A ZeroPaper oferece um programa financeiro online perfeito para um negócio que está abrindo as portas. Confira!

3ª)Alvarás para ponto comercial

Para ter um ponto comercial não basta alugar o imóvel e começar a exercer suas atividades: é preciso pagar uma taxa de pesquisa de viabilidade feita pela prefeitura, para atestar se o imóvel está autorizado e de acordo com a atividade que será realizada. Dependendo da prefeitura essa taxa pode ser gratuita ou variar de R$5 a R$10. Mas não para por aí, é preciso ainda solicitar certos alvarás para funcionamento, como:

Alvará Sanitário: atesta que o imóvel está em condições higiênico-sanitárias para exercer tal atividade, pois caso contrário deverá receber adaptações. Custa em média R$100,00;

Alvará do Corpo de Bombeiros: atesta que o imóvel conta com equipamentos de proteção e combate a incêndio, como extintores, placas e luzes de emergência, o que poderá variar conforme a atividade. Custa em média R$100,00;

Alvará do Estabelecimento: varia em função da atividade e da metragem do estabelecimento. Pode ir de R$100,00 a R$500,00;

Alvará conforme a atividade: esse alvará depende da atividade e contempla, por exemplo, consultórios dentários ou de contabilidade. É preciso pesquisar. Pode ir de R$200,00 a R$300,00

4ª)Estoque e Logística

Se a sua atividade envolve estocagem e a necessidade de um espaço reservado para tal, os gastos sem dúvida serão maiores caso o estoque não caiba no próprio estabelecimento. Galpões e salas costumam ser alugados para o estoque de produtos e materiais, o que implica ainda o gasto com um funcionário responsável. O transporte do estoque também deverá entrar nos cálculos e um transporte próprio da empresa poderá ser necessário.

Nesse caso, os valores vão variar de acordo com o imóvel escolhido para o estoque, seu tamanho e a região escolhida. O transporte também pode variar: basta um carro, uma van ou será necessário um caminhão? Essas são perguntas que apenas você pode responder!

5ª)Marketing

O marketing também é uma despesa pré-operacional, pois seus clientes somente saberão da existência de sua empresa por meio de propagandas e anúncios, sejam eles online ou offline. O investimento no marketing pode variar bastante, e vai depender do quanto sua empresa dispõe para isso.

Primeiramente, é necessário criar uma logomarca, que será a identidade visual da empresa. O valor que um designer cobra por isso varia de R$500 a R$1000. Em seguida, a empresa deverá criar um site, entrar nas redes sociais e também criar materiais impressos, se for necessário.

6ª)Equipe

A quantidade de funcionários e os seus salários vão depender das atividades específicas da empresa. O fato é que encargos trabalhistas e previdenciários deverão ser pagos, além dos salários. A empresa deverá estar preparada para arcar com FGTS, férias, 13º. salário, INSS e outros.

5 dicas para quem quer abrir o próprio negócio

Embora o blog seja focado nas franquias disponíveis no mercado que podem vir a ser contratadas pelo público, também temos espaço para discutirmos os processos legais sobre os empreendimentos.

Você está pensando em abrir um negócio? Quais são as principais questões com as quais você deve se preocupar nesse estágio inicial? Começar qualquer empreendimento é sempre um desafio, independentemente do setor em que você pretende atuar. Os mercados estão bastante competitivos e precisamos demonstrar constantemente nossas habilidades gerenciais. Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você dê os primeiros passos em relação ao seu negócio. Saiba como neste post.

1ª)Elabore um contrato social

O contrato social é o primeiro passo para regularizar o registro de sua empresa na Junta Comercial de seu estado. Ele contém informações sobre o tipo da empresa (sociedade limitada, empresa individual, etc.), sobre os sócios e sobre os bens com os quais cada sócio contribuiu inicialmente (capital social inicial da empresa). Esse contrato pode ser alterado com o tempo, por exemplo, por meio da saída ou entrada de novos sócios. Outro aspecto importante que estará no contrato social é a divisão de lucros da empresa, que é previamente estabelecida em cláusula própria.

2ª)Escolha o regime tributário mais adequado para sua empresa

A escolha dos regimes de tributação de sua empresa depende muito do tamanho dela, bem como das condições em que ela foi estabelecida. Negócios menores podem estar sujeitos ao Simples Nacional, que é um regime de tributação unificado e simplificado, com carga tributária menor. Empresas de médio e grande porte podem optar entre as tributações por lucro presumido (quando não há histórico de rendimentos, visto que sua empresa está apenas começando) e por lucro real (mais indicado para empresas que tendem a apresentar lucros baixos ou inexistentes em seus primeiros meses e anos de existência).

Você tem dúvidas sobre esse tema contábil? Que tal contratar um contador para te ajudar nessa empreitada? O auxílio de um profissional especializado pode ser extremamente vantajoso e até te fazer economizar.

3ª)Licença e registro do imóvel

A escolha do imóvel deve levar em consideração as necessidades iniciais de sua empresa, mas também a possibilidade futura de expansão. O empreendedor deve se preocupar especialmente com aspectos como o registro de matrícula do imóvel (mesmo se ele for alugado), para verificar se não há irregularidades em relação ao “habite-se” e à efetiva propriedade de quem assina o contrato de locação. Além disso, certas áreas de atuação necessitam de licenças específicas (alvarás de funcionamento), como é o caso de restaurantes, hotéis e outros empreendimentos prestadores de serviço. Verifique na prefeitura de sua cidade quais licenças são necessárias para abrir as portas de seus negócios.

4ª)Contratação de mão de obra qualificada

Montar uma boa equipe é, talvez, o maior desafio de qualquer empreendedor. Dependendo da área de atuação, sua equipe pode ser justamente a receita do sucesso da sua empresa, principalmente se o atendimento ao consumidor for uma parte importante de seus negócios. Reflita sobre as necessidades da sua empresa ao entrevistar candidatos e procure conferir suas referências antes de contratá-los.

5ª)Coloque os gastos de abertura na ponta do lápis

Não deixe de elaborar um planejamento financeiro e orçamentário completo antes de investir no próprio negócio. É preciso pensar em todos os aspectos do empreendimento (contratações, alugueis, compra de materiais e equipamentos, custos fixos e variáveis etc.), para não investir de forma imprudente.

Além disso, você deve prestar especial atenção às necessidades de fluxo de caixa de sua empresa. Pode ser que o negócio demore a engrenar efetivamente, razão pela qual é necessário injetar fluxos financeiros no caixa de sua empresa para a manutenção diária de atividades como o pagamento de fornecedores, de funcionários, das contas, entre outros. O fluxo de caixa é imprescindível para uma empresa iniciante, visto que as fontes de rendimento e de outros créditos podem demorar a contribuir para as finanças do negócio.